EDUCAÇÃO
ESCOLAR DE PESSOAS COM SURDEZ.
Durante
muito tempo estudiosos se dedicaram em pesquisas e estudos, buscando
compreender o desenvolvimento das potencialidades cognitivas, linguísticas,
emocionais e sociais de pessoas com surdez. Apresentando teorias de forma
inadequadas e desenvolvendo métodos educativos que não levavam em conta as limitações
decorrentes da surdez.
Em contra partida estudos comprovam que as limitações auditivas não restringem as potencialidades. E as pessoas com surdez podem ser totalmente desenvolvidas, desde que seus direitos linguísticos sejam respeitados.
O Atendimento Especializado da Pessoa com Surdez deve ser visto como construção e reconstrução de experiências e vivências conceituais, em que a organização do conteúdo curricular não deve estar pautada numa visão linear, hierarquizada e fragmentada do conhecimento. O AEE proporciona ações para o pleno desenvolvimento das potencialidades sociais, afetivas e intelectuais dos educandos, valorizando e respeitando a diversidade no contexto da educação inclusiva.
Assim sendo, a organização didática do AEE PS é idealizada mediante a formação do professor e do diagnóstico inicial do aluno com surdez Em seguida, o professor elabora o plano AEE para PS, envolvendo três momentos didáticos pedagógicos: Atendimento Educacional Especializado em Libras; Atendimento Educacional Especializado para o ensino da Língua Portuguesa escrita; e o atendimento educacional especializado para o ensino de Libras. Este plano de AEE PS deve respeitar o ambiente comunicacional das duas línguas e a participação ativa e interativa dos alunos com surdez, assegurando uma aprendizagem efetiva.
As políticas estão ligadas ao processo responsáveis pelas práticas educacionais que reflete em suas ações, e estas por sua vez causam perca a população surda. Compreendendo o fracasso do processo educativo das pessoas com surdez que é um problema de qualidade das práticas pedagógicas e não um problema somente focado nessa ou naquela língua, ou mesmo numa diferença cultural.
Estamos numa época em que não devemos esperar, pois o bilinguismo já existe é mais do que avanço. Os estudos e as descobertas acontecem a todo o momento e, dessa forma, podemos considerá-las parceiras na busca da inclusão de pessoas com surdez nos ambientes educacionais.
De fato, a inclusão é um desafio que implica mudar a escola como um todo, no projeto pedagógico, na postura diante dos alunos, na filosofia, etc. Temos como comunidade escolar a incumbência de valorizar as peculiaridades de cada aluno, atender a todos na escola, incorporar a diversidade sem nenhum tipo de distinção, oferecendo um ensino verdadeiramente inclusivo para todos os alunos, nas suas diferenças.
O desenvolvimento da Proposta Bilíngue visa atuar a serviço da qualidade de vida com relação à comunicação das pessoas com surdez na sociedade, sendo plenamente possível. Pois essa proposta não privilegia uma língua, mas dar direito e condições ao indivíduo surdo de poder utilizar duas línguas. Nessa circunstância não existe confronto algum, pelo contrário, há uma relação direta que poderá se transformar em iniciativas dentro do processo educativo dos surdos.
Portanto, as Políticas Públicas de uma educação de qualidade de todos e para todos, precisam agir rapidamente na reelaboração de novas ações que assegurem práticas que possam suprir as barreiras educacionais na escolarização das pessoas com surdez. Pois, os resultados caóticos da falta das mesmas ao longo dos tempos vêm deixando marcas consideráveis no processo do ensino aprendizagem.
Em contra partida estudos comprovam que as limitações auditivas não restringem as potencialidades. E as pessoas com surdez podem ser totalmente desenvolvidas, desde que seus direitos linguísticos sejam respeitados.
O Atendimento Especializado da Pessoa com Surdez deve ser visto como construção e reconstrução de experiências e vivências conceituais, em que a organização do conteúdo curricular não deve estar pautada numa visão linear, hierarquizada e fragmentada do conhecimento. O AEE proporciona ações para o pleno desenvolvimento das potencialidades sociais, afetivas e intelectuais dos educandos, valorizando e respeitando a diversidade no contexto da educação inclusiva.
Assim sendo, a organização didática do AEE PS é idealizada mediante a formação do professor e do diagnóstico inicial do aluno com surdez Em seguida, o professor elabora o plano AEE para PS, envolvendo três momentos didáticos pedagógicos: Atendimento Educacional Especializado em Libras; Atendimento Educacional Especializado para o ensino da Língua Portuguesa escrita; e o atendimento educacional especializado para o ensino de Libras. Este plano de AEE PS deve respeitar o ambiente comunicacional das duas línguas e a participação ativa e interativa dos alunos com surdez, assegurando uma aprendizagem efetiva.
As políticas estão ligadas ao processo responsáveis pelas práticas educacionais que reflete em suas ações, e estas por sua vez causam perca a população surda. Compreendendo o fracasso do processo educativo das pessoas com surdez que é um problema de qualidade das práticas pedagógicas e não um problema somente focado nessa ou naquela língua, ou mesmo numa diferença cultural.
Estamos numa época em que não devemos esperar, pois o bilinguismo já existe é mais do que avanço. Os estudos e as descobertas acontecem a todo o momento e, dessa forma, podemos considerá-las parceiras na busca da inclusão de pessoas com surdez nos ambientes educacionais.
De fato, a inclusão é um desafio que implica mudar a escola como um todo, no projeto pedagógico, na postura diante dos alunos, na filosofia, etc. Temos como comunidade escolar a incumbência de valorizar as peculiaridades de cada aluno, atender a todos na escola, incorporar a diversidade sem nenhum tipo de distinção, oferecendo um ensino verdadeiramente inclusivo para todos os alunos, nas suas diferenças.
O desenvolvimento da Proposta Bilíngue visa atuar a serviço da qualidade de vida com relação à comunicação das pessoas com surdez na sociedade, sendo plenamente possível. Pois essa proposta não privilegia uma língua, mas dar direito e condições ao indivíduo surdo de poder utilizar duas línguas. Nessa circunstância não existe confronto algum, pelo contrário, há uma relação direta que poderá se transformar em iniciativas dentro do processo educativo dos surdos.
Portanto, as Políticas Públicas de uma educação de qualidade de todos e para todos, precisam agir rapidamente na reelaboração de novas ações que assegurem práticas que possam suprir as barreiras educacionais na escolarização das pessoas com surdez. Pois, os resultados caóticos da falta das mesmas ao longo dos tempos vêm deixando marcas consideráveis no processo do ensino aprendizagem.
DAMÁZIO, M. F. M.; FERREIRA, J. Educação Escolar de
Pessoas com Surdez-Atendimento Educacional Especializado em Construção. Revista
Inclusão: Brasília: MEC, V.5, 2010. p 46-57.